Faixa seletiva melhora sistema de transporte

Eficiência e rapidez. São praticamente palavras mágicas que todos que usam o transporte público em Campina Grande buscam diariamente. E uma das soluções encontradas pelo município foi a implantação da faixa seletiva, que vem dando certo em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia, e está em pleno funcionamento em Campina Grande desde maio de 2013. A vantagem principal desse tipo de projeto (faixa seletiva) é o custo, que é barato, e não exige obra de grande porte.

Com isso, desde a sua implantação na avenida Jiló Guedes, também conhecida como avenida Canal, ligando a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep) ao Viaduto Elpídio de Almeida, por uma extensão de três quilômetros, o congestionamento na área diminuiu para 2,5 km, o que antes era de 5,4 km, segundo informou a gerente de Transporte da Superintendência de Trânsito e Transporte Público (STTP), Araci Brasil.

Todos os dias, mais de 20 rotas das linhas de ônibus vermelha, verde, marrom, branca e preta são feitas pela faixa seletiva levando os passageiros. Araci Brasil ainda informou que outra vantagem da faixa seletiva foi a diminuição da velocidade operacional, que antes era de 15 quilômetros por hora, e agora os ônibus estão circulando a 5 km/h.

Quem gostou da solução da faixa seletiva foi a comerciária Suênia Barbosa, 34 anos, que diariamente pega um ônibus do José Pinheiro em direção ao centro da cidade, onde trabalha. “Logo na primeira semana, percebi a vantagem desse tipo de serviço, pois diminuiu em muito meu tempo de viagem e nunca mais cheguei atrasada no trabalho, pois o trânsito está fluindo bem”, ressaltou.

CIRCULAÇÃO
A faixa seletiva sempre fica localizada no lado direito da via, e em Campina Grande, os táxis e ambulâncias, quando estiverem transportando passageiros e pacientes, respectivamente, também podem circular na área selecionada. Já os veículos de passeio não estão autorizados a utilizar as faixas seletivas de trânsito.

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